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(foto: Divulgação)
Estradas

Duplicação da SC-416: obra de R$ 222 milhões na rota portuária aguarda edital

Autorizada em fevereiro, a licitação para duplicar a SC-416 com investimento de R$ 222 milhões segue em preparação pelo Governo de SC.

Pedro Silva

Pedro Silva

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Fundamental para a logística e o escoamento de riquezas do Estado, a duplicação da SC-416, no Norte de Santa Catarina, continua na fase de espera pelo lançamento de seu edital. A obra, que tem um investimento estimado em R$ 222 milhões, teve a licitação autorizada pelo governo estadual no início de fevereiro, com a expectativa de abertura de concorrência ainda em abril, o que acabou não se confirmando. O processo segue em preparação.

A importância da rota portuária

A rodovia SC-416 possui 25 km de extensão e é uma artéria vital para a economia, formando a principal rota portuária para Itapoá a partir da BR-101 (passando pelo Contorno de Garuva e trecho da SC-417).

A cidade litorânea abriga o Porto Itapoá, em forte operação desde 2011, e tem a previsão de receber as obras de um novo terminal portuário da Coamo a partir de 2027, o que aumentará substancialmente o fluxo de veículos pesados na região.

Parceria e investimentos bilionários

A duplicação catarinense integra um pacote maior de obras rodoviárias na região de fronteira. Através do acordo de royalties, o governo do Paraná investirá cerca de R$ 365 milhões para duplicar a rota entre a BR-101 e o limite entre Garuva e Guaratuba, contemplando o Contorno de Garuva e a SC-417. A SC-416 ficará sob responsabilidade exclusiva de Santa Catarina.

Técnica para reduzir o impacto no trânsito

Para minimizar os transtornos aos motoristas durante os trabalhos, a engenharia da obra adotará um modelo estratégico.

Será construída uma pista inteiramente nova, em pavimento rígido (concreto), ao lado da atual, mantendo um espaço divisório. Durante essa fase, o tráfego continuará fluindo normalmente na pista antiga. Apenas quando a nova via estiver totalmente finalizada, o fluxo será desviado, permitindo que a pista antiga seja restaurada também com uma camada de concreto (técnica conhecida como whitetopping).

Fonte: NSC


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